Polícia Civil diz que investigação sobre conflitos em Volta Redonda avança e nega 'toque de recolher'
Delegado adjunto afirma que quase todos os envolvidos já foram identificados e orienta população a não entrar em pânico com mensagens.
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A Polícia Civil informou que a investigação sobre conflitos entre facções em Volta Redonda avançou. Quase todos os envolvidos já foram identificados.
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Existe risco de novos confrontos por disputas territoriais. O policiamento foi reforçado nas áreas críticas com apoio de equipes do BOPE.
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O delegado alertou sobre mensagens de supostos toques de recolher. A orientação é que a população não entre em pânico.
Polícia Civil diz que investigação sobre conflitos em Volta Redonda avança e nega 'toque de recolher'. — Foto: Divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil informou que a investigação sobre os recentes conflitos entre facções criminosas em Volta Redonda (RJ) está avançando. Segundo o delegado adjunto da Polícia Civil de Volta Redonda, José Carlos Neto, quase todos os envolvidos já foram identificados.
Em contato com a produção da TV Rio Sul, o delegado adjunto afirmou que há risco de novos confrontos por causa da disputa territorial entre grupos criminosos. Apesar disso, ressaltou que o policiamento está reforçado nas áreas mais críticas da cidade.
O reforço inclui equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), do Rio de Janeiro, que atuam em conjunto com as forças de segurança para prevenir novos episódios de violência.
Confira mais sobre o confronto entre suspeitos no bairro Vila Brasília, em Volta Redonda
José Carlos Neto também alertou para mensagens que circulam sobre supostos toques de recolher. Segundo ele, esse tipo de conteúdo é frequentemente utilizado por integrantes de facções criminosas para intimidar moradores e disseminar medo.
De todo modo, é importante esclarecer que mensagens sobre supostos toques de recolher são frequentemente utilizadas por integrantes de facções criminosas como instrumento de intimidação da população, com o objetivo de disseminar medo e pânico, disse.
A orientação é que a população não entre em pânico diante dessas mensagens. A Polícia Militar é responsável pelo policiamento ostensivo e mantém o patrulhamento reforçado nas regiões consideradas mais críticas, enquanto a Polícia Civil dá continuidade às investigações.
VÍDEOS: as notícias que foram ao ar na TV Rio Sul
Source: G1
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