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Violência doméstica: presidente da Câmara de Vizela acusado por murros e “asfixia temporária” à mulher
Procuradora arquivara inquérito por falta de indícios e porque vítima desistira da queixa. Mas crime é público e MP podia avançar. Director do DIAP de Braga pegou no caso e assina acusação.